Skip to main content
O WhatsApp Web chega ao seu navegador como dezenas de milhares de arquivos JavaScript embaralhados. Tudo que o aplicativo sabe fazer está ali, inclusive as partes que já foram construídas mas ainda não foram ligadas. O cellar baixa uma versão desse código, desempacota em um arquivo legível por módulo e permite buscar, comparar duas versões e ver qual módulo usa qual. Nada é enviado para lugar nenhum. Ele lê os mesmos arquivos que o seu navegador já baixa.

Comece configurando seu assistente de IA

O jeito mais rápido de usar o cellar é deixar seu assistente de código dirigir. Um comando instala a ferramenta, conecta e ensina o que fazer.

Instalação

Você precisa de uma toolchain estável recente do Rust e do just, que roda os atalhos de instalação do cellar.
1

Instale o just

Mais opções, incluindo Fedora, Nix, Scoop e um binário pronto, estão no guia de instalação do just.
2

Compile o cellar

Isso coloca o cellar em ~/.cargo/bin/cellar. Confira se ~/.cargo/bin está no seu PATH.
Depois baixe uma versão do WhatsApp Web. Isso puxa algumas centenas de megabytes e leva alguns minutos. Cada versão ocupa cerca de 1,3 GB em disco.
Versões antigas continuam disponíveis mesmo depois que o WhatsApp segue em frente, então dá para voltar e pegar um release que você perdeu para comparar.

O que dá para fazer

Usar com um assistente de IA

Dezesseis ferramentas via MCP, mais uma skill que ensina quando usar cada uma.

Seguir um exemplo real

Quatro comandos que revelam login por passkey antes do anúncio.

Gerenciar versões

Baixe, importe, inspecione e remova versões do cliente.

Buscar no código

Ache módulos por nome, pelo código interno ou pelo que exportam.

Todo comando fala JSON

Tudo que produz dados aceita --json, então o cellar combina com jq, scripts e assistentes. As comparações ainda oferecem NDJSON e Markdown, e os grafos oferecem Mermaid e Graphviz. Veja comparar releases e grafos. O cellar é uma ferramenta independente. Não é afiliada, endossada ou patrocinada pelo WhatsApp LLC ou pela Meta. Ele lê código de cliente servido publicamente para pesquisa de interoperabilidade. “WhatsApp” é marca registrada de seu respectivo dono e é usada aqui apenas para identificar o software que a ferramenta lê.