Esta é uma sessão real com dois releases reais do WhatsApp Web. O recurso encontrado é
o login por passkey, que ainda não tinha sido anunciado quando esse código foi
publicado.
Passo 1: compare os dois releases
O release novo tem 187.892 módulos. A maioria pertence ao Facebook e ao Instagram, que
dividem o mesmo bundle. O filtro protocol deixa 5.269 que realmente conversam com os
servidores do WhatsApp. Olhando os nomes adicionados, um grupo deles fala de passkeys.
Passo 2: reduza o escopo
São demais, porque a maioria são telas de login empresarial do Facebook. Coloque o
filtro:
Doze módulos descrevendo uma requisição, uma resposta de sucesso, uma de erro e uma
notificação. Isso é um recurso completo, não uma referência solta.
Passo 3: leia o código
Essa é exatamente a mensagem que o cliente envia:
O WhatsApp publica isso em uma única linha enorme. O cellar reformata na hora de
desempacotar, por isso está legível aqui. Os bytes originais continuam com
impressão digital guardada, então a comparação entre versões segue exata.
Passo 4: descubra a que isso pertence
O código é embaralhado, então nada cita esse módulo pelo nome e buscar por usos não
encontra nada. O cellar registrou as ligações ao desempacotar:
A requisição de passkey é usada pelo código de vínculo de aparelhos. Então não é uma
tela de login. É passkey substituindo o QR code na hora de conectar um novo aparelho.
O que isso custou
Quatro comandos e cerca de um minuto, sem navegador e sem depurador. Saímos de “algo
mudou neste release” para o formato exato da mensagem e o recurso a que ela pertence.
Peça a mesma coisa ao seu assistente de IA e ele roda esses comandos
sozinho, depois lê os módulos que encontrar.